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Só exercício não ajuda. Conheça o poder das farinhas no emagrecimento

Correr, caminhar e fazer diversos tipos de exercícios para suar a camisa não são a  resposta para quem quer emagrecer. Esta tarefa deve sim estar associada aos planejamentos para perda de peso, mas ela deve estar associada a outros fatores. Um deles é o auxilio de suplementos, como as farinhas de banana.

De acordo com estudos do Instituto Nacional de Saúde americano, para perder peso é preciso gastar algo entre 10% a 305 das calorias consumidas no dia, o que é um valor muito pequeno.  O estudo também indica que ao fazer muito exercício o corpo se acostuma com a nova rotina e passa a deixar de queimar tantas calorias como.

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Para confirmar as teorias os pesquisadores estudaram tribos caçadoras chamada Hadza, na Tanzânia e compararam seus gastos energéticos com os  da nossa sociedade ocidental. No fim das contas eis que os da comunidade Hadza não gastavam mais energia e sim ingeriam menos calorias e por isso não tinham percentagens de sobrepeso na região.

Tudo isso quer dizer que os exercícios servirão para te fazer emagrecer até uma certa etapa aquilo que foi acumulado, depois servirá como um aliado na sua busca por emagrecimento e também para mantê-lo. No entanto, o verdadeiro hábito que precisa ser  mudado para que surja efeitos significativos e longos é a alimentação. Sabe-se, entretanto, que mudá-los não é nada fácil.

Para isso, alguns suplementos alimentares como a Farinha de banana verde que ajuda a emagrecer. Esta farinha evita picos de glicemia, diminui o colesterol ruim e por ter bastante amido resistente controlar a fome, fazendo com que o período sem comer tão necessário nos primeiros dias de dieta sejam menos sacrificantes.

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Remédios para o colesterol podem fazer mais mal do que bem

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De acordo com a Sociedade de Brasileira de Cardiologia (SBC) um quinto dos habitantes do país sofrem com taxas altas de colesterol ( acima de 200mg/dl o limitroforte). Devido a esse problema que está associado a  possibilidades de complicações cardíacas futuras os remédios para colesterol passaram a se tornar cada vez mais comuns. No entanto, médicos alertam para a possibilidade de danos que esses medicamentos podem causar.

As vastaninas, estatinas, exetimiba,colestiramina, fibratos entre outros remédios reduzem o colesterol produzido pelo fígado ( cerca de 70% da produção destas gorduras é feita pelo órgão) inibindo a absorção do colesterol ou então o sintetizando.

colesterolbomEstudos como o do professor Wanderley marques Bernardo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (SUP), estes medicamentos, também conhecidos pelo nome genérico Estatinas, mostram que 3%  (99 dos pacientes) que tomaram pílulas tiveram infarto, ou seja, o medicamento não teve nenhum efeito significativo.

O risco verificado naqueles que tomaram o medicamento foi avaliado em 1,94%. No entanto o mesmo autor explica que os testes feitos pela indústria farmacêutica tende a disfarçar os números. Por exemplo ao dizer que o remédio reduz o risco de infarto em 36% é o mesmo falar que apenas uma complicação será evitada a cada 100 pacientes.

Ainda há quem diga que a industria farmacêutica tem muito interesse em permanecer vendendo as cápsulas contra o colesterol independente de sua eficácia devido ao lucro. Há registros de anos em que este segmento faturou algo como USS 27,8 bulhoes apenas com o mercado de remédios contra colesterol.

de acordo com médicos a necessidade de indicar tantos medicamentos contra o colesterol é reduzir o colesterol ruim (LDL) que pode provocar o entupimento das veias e aumentar o HDL mais rapidamente. No entanto, não é nada que não possa ser feito através de exercício e alimentação, mas com resultados mais demorados.

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